Os dois funcionam bem quando a base é bem feita. A escolha depende do uso, da manutenção esperada e de onde a obra está. Não existe resposta única sobre qual sai mais barato: depende da área, da base e do tráfego.
Piso intertravado (bloquete)
- Manutenção por partes. Os blocos podem ser retirados e recolocados, por exemplo para mexer numa rede enterrada, sem quebrar o piso e sem remendo aparente.
- Liberação rápida. Depois da compactação final, o piso já pode receber tráfego. Não depende de massa quente nem de usina.
- Demarcação com cor. Vagas, faixas de pedestre e áreas diferentes podem ser marcadas com blocos de outra cor, sem pintura.
- Temperatura. Blocos de cor clara esquentam menos ao sol do que o asfalto preto.
- Normas. As peças seguem a ABNT NBR 9781 e a execução, a ABNT NBR 15953. Piso intertravado permeável é outro sistema, com norma própria (ABNT NBR 16416): o comum não é feito para infiltrar água da chuva.
Asfalto (CBUQ)
- Grandes áreas com rapidez. Com vibroacabadora, cobre áreas grandes em pouco tempo.
- Superfície contínua. Mais confortável para tráfego em velocidade maior e com menos ruído de rodagem.
- Depende de usina próxima. A massa sai quente e precisa ser aplicada ainda quente.
- Manutenção com remendo. Reparos pontuais ficam visíveis. Em área grande, o recapeamento renova tudo de uma vez.
Como decidir
- Via interna de condomínio com redes que podem precisar de manutenção: tende a favorecer o piso intertravado.
- Estacionamento com vagas e faixas demarcadas: tende a favorecer o piso intertravado.
- Rua de loteamento ou acesso com tráfego em velocidade: tende a favorecer o asfalto.
- Área grande com prazo curto: tende a favorecer o asfalto.
- Pátio de carga pesada: os dois servem, com base e espessura dimensionadas para o tráfego.
Nos dois casos, o que mais decide a durabilidade é o que fica embaixo: terraplenagem, base compactada e drenagem. A Critter executa as duas soluções e pode indicar a mais adequada depois de ver o local.